RuneScape: Dragonwilds - Tópico Oficial

Um continente esquecido, magia selvagem e uma Rainha Dragão à tua espera.

Em RuneScape: Dragonwilds acordas em Ashenfall, um continente de Gielinor que nunca tinha sido explorado, sem nada nas mãos e com o mundo em ruínas à tua volta.

O objetivo final é derrotar a Rainha Dragão, Kuldra. Até lá, é reunir materiais, construir equipamento e abrigos, dominar feitiços e sobreviver.

O que distingue este dos outros jogos de sobrevivência é a magia.

Podes invocar um machado espectral para derrubar uma árvore num instante, fazer minério explodir com um estalar de dedos ou teletransportar-te para fora de perigo, e a magia entra também no combate, com reforços que tornam os ataques mais rápidos ou mais fortes.

Atenção a um ponto importante: isto não é o MMORPG. É uma experiência separada, jogável a solo ou com até três amigos, com cross-play entre todas as plataformas. A ligação ao RuneScape está no imaginário e nas perícias, não na estrutura.

Saiu do acesso antecipado a 15 de setembro de 2026 e chegou a consolas pela primeira vez na história da marca.

:information_source: Informações do Jogo

  • Dev: Jagex

  • Editora: Jagex

  • Data de lançamento: 15 de setembro de 2026 (acesso antecipado desde 15 de abril de 2025)

  • Géneros: Sobrevivência, Fabrico, Mundo Aberto, Aventura

  • Plataformas: Windows (PC), PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2

  • Modo: Um jogador ou cooperativo até quatro, com cross-play e cross-save entre todas as plataformas

  • Motor: Unreal Engine 5

  • Idioma: Legendas em português do Brasil; não tem português europeu

  • Requisitos: GTX 1060 no mínimo, RTX 2070 recomendada, 25 GB de espaço

  • Nota: Exige uma conta Epic Online Services, mesmo para jogar sozinho

  • Serviços: Incluído no Xbox Game Pass (Premium, Ultimate e PC) e no PlayStation Plus Extra e Premium desde o primeiro dia

:memo: Cobertura e Estado Atual

Demos-lhe 8.0 na análise. Resumindo: não reinventa a sobrevivência, mas a integração da magia nas tarefas mais aborrecidas dá-lhe alguma frescura, o mundo é bonito e, acima de tudo, é divertido do princípio ao fim, algo cada vez mais raro no género.

A versão 1.0 trouxe a quarta grande atualização, Scorned Wilderness, que fecha a Kuldra Saga, a narrativa central iniciada no acesso antecipado. As versões de consola incluem tudo o que saiu ao longo do último ano e meio.

A Jagex diz ter vendido mais de 1,5 milhões de cópias ainda em acesso antecipado, e as análises na Steam estão em «Muito positivas», nos 82%.

Já está confirmada a primeira grande atualização pós-lançamento, chamada Luminance, para dezembro. O plano para 2027 será revelado na RuneFest, em outubro.

:shopping_cart: Onde Comprar

:speech_balloon: Para Discussão

  • O género de sobrevivência está saturado e este jogo assume-o sem complexos: faz o mesmo que os outros, só que com magia pelo meio. Chega para te convencer, ou já precisas de mais do que isso para voltar a recolher madeira?

  • Andas a jogar? Foste de Guerreiro, Mago ou Arqueiro a solo ou com amigos? Na análise defendemos que a primeira passagem por um jogo destes deve ser sempre feita sozinho. Concordas, ou é conversa de quem não tem com quem jogar?

  • O tutorial é pouco detalhado e o jogo deixa-te descobrir muita coisa por ti. Para uns é a melhor parte, para outros é frustração pura. De que lado estás?

  • Depois de 25 anos só no PC, o RuneScape chega finalmente às consolas. Achas que isto abre a série a uma geração nova, ou que o público de consola nem vai reparar que existe?

1 Curtiu

Ainda não joguei mas pelos vistos é muito melhor do que eu pensava.

Não deixa de ser mais do mesmo para o género, mas está muito bem construído, o mundo tem uma identidade sólida e está cheio de personalidade.

A análise obviamente não cobre as potenciais dezenas ou centenas de horas que ele poderá proporcionar, mas realça o seu potencial para o futuro se eles continuarem a trabalhar no jogo.

É daqueles jogos que merece, no mínimo, um olhar mais atento.