A revelação de God of War: Laufey no State of Play trouxe jogabilidade e visuais elogiados — e, como já se tornou hábito, trouxe também uma polémica.
Desta vez, a queixa não foi sobre o combate nem sobre o mundo: foi sobre o rosto da Faye, considerado por alguns “tosco” ou pouco atraente face à atriz que a interpreta, Deborah Ann Woll.
A nossa posição, escrevemo-la no artigo de opinião
Mas queremos ouvir-vos.
A Faye está morta. A história decorre num purgatório de deuses, com ela a lutar para continuar a existir.
Faz sentido que tenha uma aparência mais desgastada?
Ou devia ser simplesmente a versão virtual mais bonita da atriz?
E a pergunta de fundo: a beleza de uma personagem importa assim tanto para a qualidade de um videojogo?
Escrevemos o artigo com uma posição clara, mas admitimos que há um meio-termo: há casos em que o design de uma personagem (não a “beleza”, o design) é parte do que torna o jogo memorável — pensem na Bayonetta, onde o exagero é intencional e funciona.
Onde traçamos a linha é quando a conversa passa de “este design serve a personagem?” para “esta personagem devia ser mais bonita para meu gosto”.
Curiosidade: houve algum jogo em que a aparência de uma personagem vos tirou mesmo da experiência? Ou é sempre ruído à volta do que importa?